Eu tenho 20 e poucos anos e dizem por aà que sou de uma geração que teve uma infância criativa. Um dia desses, depois de algumas bebidinhas, meus amigos e eu concluÃmos que somos de uma geração privilegiada. Vimos uma virada cultural atrelada a uma virada de milênio. Vimos uma sociedade mudar de analógica para digital e talvez uma mudança tão brusca assim não aconteça em décadas.
Sou de um tempo em que ainda era possÃvel brincar na rua sem se preocupar com a violência, e que quando não tÃnhamos o brinquedo da moda a gente inventava as nossas próprias brincadeiras. Perdi a conta das vezes que cortei as revistas Claudia e Nova da mamãe para fazer paperdolls e com elas me divertia mais do que com brinquedos carÃssimos. Eu era feliz de um jeito inocente que não vejo em muitas crianças hoje. Tenho dó dessas crianças que não sabem ser crianças, porque talvez elas possam vir a ser pessoas incompletas, desiludidas, muito apegadas ao palpável e isentas de criatividade.
Por isso, sou fã de ressuscitar velhas brincadeiras e de exercitar um pouco da criança que ainda vive em mim. E para compartilhar com vocês um pouco da minha nostalgia: paper dolls para imprimir, cortar e brincar.
Também tem com uma coletânea de papertoys que eu encontrei no UOL - clique aqui pra ver
Divirta-se
Mais bonecas aqui: http://www.acaixamagica.com/bonecas-e-roupas-de-papel/











